segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Morte a bordo: futebol e acidentes aéreos

Wagner Xavier de Camargo


Há um ano, em fins de novembro de 2016, um avião que transladava a equipe Chapecoense para Medelín, na Colômbia, caiu a poucos quilômetros da cidade, numa região da Cordilheira dos Andes. Foram resgatados seis integrantes gravemente feridos e encontrados 71 mortos. A equipe faria o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana de Futebol masculino contra o Atlético Nacional. De um ponto de vista mais geral, a catástrofe causou extrema comoção no Brasil e na Colômbia e entrou para as estatísticas relacionadas a acidentes aéreos no mundo esportivo. Do ponto de vista pessoal, fiquei impressionado e decidi realizar uma pequena pesquisa sobre mortes em acidentes aéreos envolvendo equipes de futebol.

sábado, 11 de novembro de 2017

Lico, Renato Sá: craques de Santa Catarina
Alexandre Fernandez Vaz

Lico no time do Flamengo campeão da Taça Libertadores da América de 1981. Foto: Reprodução.

É admirável o desempenho recente da Associação Chapecoense de Futebol, clube que já angariava simpatia de muitos torcedores de outros times, admiração que cresceu depois do trágico acidente que vitimou a maior parte do time, comissão técnica, dirigentes e jornalistas que os acompanhavam em viagem a Medellín, no ano passado[1]. Antes dessa versão da Chape, que saiu da quarta divisão nacional em 2009 para estrear na primeira em 2014, houve outra, que há quarenta anos foi campeã caterinense, desbancando os times da capital, Figueirense e Avaí, e o recém-nascido e emergente Joinville Esporte Clube (o JEC), vencedor em sua primeira participação, no ano anterior.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

domingo, 29 de outubro de 2017

Jogos Mundiais Indígenas e as políticas de representatividade
Wagner Xavier de Camargo

Etnia Mamaindê apresenta o seu futebol de cabeça durante o sexto dia de competições nos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

Era 31 de outubro de 2015 e, ao cair da noite, assistíamos felizes as apresentações da cerimônia de encerramento dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, ocorridos em Palmas, Tocantins. Éramos pesquisadoras e pesquisadores, reunidos pelo Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (Deutscher Akademischer Austauchdienst – DAAD) e sob liderança de sua diretora Martina Schulze, com a missão científica de acompanhar/registrar o campeonato. Chegávamos ao fim de uma semana cheia de eventos culturais e esportivos interessantíssimos, aos quais assistimos atentamente. Nossa satisfação naquele momento era a possibilidade de manter a missão ativa para a segunda edição, a se realizar em alguma cidade do Canadá, no ano de 2017. Em que pese uma turbulência se anunciasse em relação à atmosfera política brasileira, ainda vivíamos os anos de conquistas e garantias de direitos de minorias, estabelecidas por Lula e (bem ou mal) encampadas por Dilma.

terça-feira, 24 de outubro de 2017


Conferência de abertura do evento VII SEMINÁRIO INTERNACIONAL A TEORIA CRÍTICA HOJE (NEPESC/CNPQ)
Nadja Hermann (CNPq) – Ética, Estética e Formação – Coordenadora/Debatedora: Rosana Silva de Moura (UFSC).
Lançamento do livro Experiência formativa e reflexão (Organizado por Raimundo Rajobac, Luiz Carlos Bombassaro e Pedro Goergen)